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Correio da Manhã

Sociedade
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Fim do Estado de Emergência devolve liberdade no Dia do trabalhador

Iniciativa da CGTP regressa e junta mais de 5 mil pessoas no jardim da Alameda, em Lisboa.
Salomé Pinto 2 de Maio de 2021 às 09:23
Em Lisboa, realizaram-se dois desfiles que se reuniram na Alameda
Em Lisboa, realizaram-se dois desfiles que se reuniram na Alameda
Em Lisboa, realizaram-se dois desfiles que se reuniram na Alameda
Em Lisboa, realizaram-se dois desfiles que se reuniram na Alameda
Porto assinalou 1º de Maio nos Aliados
Em Lisboa, realizaram-se dois desfiles que se reuniram na Alameda
Em Lisboa, realizaram-se dois desfiles que se reuniram na Alameda
Em Lisboa, realizaram-se dois desfiles que se reuniram na Alameda
Em Lisboa, realizaram-se dois desfiles que se reuniram na Alameda
Porto assinalou 1º de Maio nos Aliados
Em Lisboa, realizaram-se dois desfiles que se reuniram na Alameda
Em Lisboa, realizaram-se dois desfiles que se reuniram na Alameda
Em Lisboa, realizaram-se dois desfiles que se reuniram na Alameda
Em Lisboa, realizaram-se dois desfiles que se reuniram na Alameda
Porto assinalou 1º de Maio nos Aliados
O fim do estado de emergência devolveu a liberdade ao Dia do Trabalhador, que este sábado foi celebrado em todas as capitais de distrito e ilhas. Em Lisboa, debaixo de um sol primaveril convidativo, mais de cinco mil pessoas juntaram-se no relvado da alameda D. Afonso Henriques, segundo fonte policial. Há um ano, em plena pandemia, apenas algumas centenas compareceram, devido às restrições do confinamento.

Ao contrário do ano passado, em que o 1º de Maio se cingiu a uma concentração, desta vez houve não um mas dois desfiles: os residentes do distrito de Setúbal partiram dos Anjos e os de Lisboa do Campo Pequeno, reunindo-se na Alameda. Empunhando bandeiras com os símbolos dos vários sindicatos da CGTP e cartazes em que se apelava ao aumento dos salários e fim da precariedade, crianças, jovens, adultos e idosos aplaudiram entusiasticamente o discurso da secretária-geral da CGTP. Isabel Camarinha denunciou "o aumento do desemprego e da precariedade".

"O tempo veio comprovar que o surto da Covid-19 expôs e agravou muitos dos problemas que enfrentamos há décadas", sublinhou Camarinha, que voltou a exigir o "o aumento dos salários em 90 €". No Porto, na avenida dos Aliados, o ambiente também foi de luta e festa. A UGT assinalou o 1º de Maio por videoconferência, tal como no ano passado.

PCP "não assina de cruz" orçamentos
Quando chegou à Alameda, o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, disse que admite conversar com o Governo PS sobre o Orçamento do Estado de 2022, mas avisou que o partido "não assina de cruz".
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