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Correio da Manhã

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Maior embarcação de sempre da GNR para patrulhamento costeiro custou 8,5 milhões de euros

Bojador' vai reforçar os meios da Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da Guarda Nacional Republicana.
Lusa 7 de Maio de 2021 às 17:39
Bojador' vai reforçar os meios da Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR
Bojador' vai reforçar os meios da Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR
Bojador' vai reforçar os meios da Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR
Bojador' vai reforçar os meios da Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR
Bojador' vai reforçar os meios da Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR
Bojador' vai reforçar os meios da Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR
Bojador' vai reforçar os meios da Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR
Bojador' vai reforçar os meios da Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR
Bojador' vai reforçar os meios da Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR
Bojador' vai reforçar os meios da Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR
Bojador' vai reforçar os meios da Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR
Bojador' vai reforçar os meios da Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR
A nova lancha de patrulhamento costeiro da GNR, batizada 'Bojador', fez hoje a sua viagem inaugural e, com um custo de 8,5 milhões de euros, tem como missão principal reforçar a capacidade de deteção e vigilância.

A 'Bojador' vai reforçar os meios da Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da Guarda Nacional Republicana e o foi adquirida no âmbito do Fundo para a Segurança Interna, e na viagem inaugural, entre Alcântara e Oeiras, seguiram a bordo o ministro da Administração Interna, o comandante-geral da GNR e o comandante da UCC.

"Esta lancha de patrulhamento costeiro permite estar mais tempo em mar, mais tempo a cumprir as atribuições e competências da UCC da GNR a nível da vigilância, interceção e controlo de embarcações, quer de outros tipos de fenómenos de criminalidade transnacional que possam ameaçar a fronteira marítima", disse à agência Lusa o comandante da Unidade de Controlo Costeiro.

João Nascimento precisou que a lancha "é maioritariamente dedicada ao patrulhamento e fiscalização" da área territorial da GNR em Portugal Continental, mas, "se existir necessidade em deslocar um meio adicional para as regiões autónomas", a embarcação é extensível aos Açores e à Madeira.

O mesmo responsável explicou que a 'Bojador', a maior embarcação de sempre ao serviço da GNR, tem sensivelmente 35 metros, três motores que debitam 1.600 cavalos e capacidade para ter a bordo uma tripulação de mais de 10 elementos.

"Quando há necessidade de intervenção tática, nomeadamente com outras valências da Guarda, está preparada para intervenções mais musculadas em meio marítimo e também cinotécnica para efeitos de fiscalização de embarcações com suspeitas, por exemplo, de estarem envolvidas em trafico de droga", frisou.

João Nascimento acrescentou que a lancha foi adquirida no âmbito do fundo para a segurança interna e obedeceu aos requisitos técnicos e operacionais da agência europeia de controlo de fronteiras Frontex.

"A Frontex tem um requisito de tipologia de embarcações que ao seu serviço tem que obedecer, foi este o caso. A lancha foi adquirida na perspetiva de poder ser empenhada em missões Frontex", salientou.

O ministro da Administração Interna disse que o novo navio significa um reforço decisivo do papel da GNR como guarda costeira, permitindo uma capacidade de vigilância costeira com grande autonomia, até 1.500 milhas".

O ministro avançou que a vigilância costeira está neste momento em pleno funcionamento na Região Autónoma da Madeira, onde existem quatro radares e "muito brevemente" terá uma embarcação de dimensão pouco menor que a 'Bojador'.

Eduardo Cabrita disse ainda que se está a trabalhar, neste momento, no alargamento do sistema de vigilância costeira aos Açores.

A UCC é a unidade especializada responsável pelo cumprimento da missão da GNR em toda a extensão da costa e no mar territorial, com competências específicas de vigilância, patrulhamento e interceção terrestre ou marítima em toda a costa e mar territorial do continente e das regiões autónomas, competindo-lhe, ainda, gerir e operar o Sistema Integrado de Vigilância, Comando e Controlo (SIVICC), distribuído ao longo da orla marítima.

A UCC tem um total de 48 embarcações.

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