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Correio da Manhã

Sociedade
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Maioria das instituições não aumenta as propinas

Aveiro, Coimbra, Nova e ISCTE são as únicas universidades que cobram valor máximo.
16 de Julho de 2014 às 11:51
Coimbra aumentou valores a pagar: associação académica contestou a opção
Coimbra aumentou valores a pagar: associação académica contestou a opção FOTO: PAULO NOVAIS / LUSA

A maioria das universidades não vai mexer no valor das propinas, enquanto que entre os institutos politécnicos apenas Leiria decidiu atualizar este ano o valor a pagar pelos estudantes. As universidades do Algarve, Beira Interior, Évora, Lisboa, Minho, Porto, Madeira e Aberta decidiram manter os valores de 2013. Já as universidades de Aveiro, Coimbra, Trás-os-Montes e Alto Douro e Nova de Lisboa vão subir os valores a pagar. Nos Açores, só esta semana são decididos os valores das propinas.

É o índice de preços do consumidor que dita anualmente qual a atualização na propina. No caso da propina máxima, este ano sobe 2,13 euros, para 1067,85 euros. Mas os conselhos gerais das instituições podem decidir congelar os valores a pagar, e foi isso que fez a grande maioria das instituições este ano.

As associações académicas contestam os aumentos, apesar de os valores serem reduzidos. "Esta era a altura certa para a Universidade de Coimbra se juntar às várias universidades que congelaram o valor das propinas", afirmou Bruno Matias, presidente da Associação Académica de Coimbra. Em 2013, cinco universidades cobravam a propina anual máxima (1065,72 euros). Este ano são quatro: Lisboa decidiu congelar o valor.

UNIVERSIDADE DO PORTO É A MAIS BARATA DO PAÍS

A Universidade do Porto já cobra quase 70 euros de propinas a menos do que as restantes grandes universidades do País. Este foi o terceiro ano seguido que a Universidade do Porto congelou as propinas, que por isso se cifram em 999 euros, abaixo dos valores cobrados por Aveiro, Coimbra e Lisboa.

"Temos vindo a pedir e depois a reconhecer esta sensibilidade especial da Universidade e Politécnico do Porto de não sobrecarregarem as famílias numa altura de maiores dificuldades", disse ao CM Ruben Alves, presidente da Federação Académica do Porto. Em Coimbra, o reitor João Gabriel Silva garantiu que o aumento dará uma receita de 35 mil euros, que servirá para melhorar residências de estudantes.

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