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Correio da Manhã

Sociedade
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Recorde de 120 mil vacinas da Covid administradas num só dia a professores e auxiliares

Cerca de 100 mil doses foram aplicadas a professores e auxiliares. Vice-almirante garante que ninguém será esquecido.
Aureliana Gomes e Bernardo Esteves 18 de Abril de 2021 às 01:30
Aplicadas ontem 100 mil doses a trabalhadores docentes, não docentes e de respostas sociais
Vacinação contra Covid em Coimbra
Vacinação contra Covid em Viseu
Vacinação contra Covid em Matosinhos
Vacinação contra Covid na Amadora
Aplicadas ontem 100 mil doses a trabalhadores docentes, não docentes e de respostas sociais
Vacinação contra Covid em Coimbra
Vacinação contra Covid em Viseu
Vacinação contra Covid em Matosinhos
Vacinação contra Covid na Amadora
Aplicadas ontem 100 mil doses a trabalhadores docentes, não docentes e de respostas sociais
Vacinação contra Covid em Coimbra
Vacinação contra Covid em Viseu
Vacinação contra Covid em Matosinhos
Vacinação contra Covid na Amadora
Um total de 120 mil vacinas contra a Covid-19 foram este sábado administradas em Portugal, um novo máximo num só dia, revelou fonte da ‘task force’ da vacinação, sublinhando que cerca de 100 mil doses foram dadas a professores, auxiliares e trabalhadores das respostas sociais. Foram também ultrapassadas as 2,5 milhões de inoculações (uma e duas doses) desde o arranque da campanha.

Resta assim vacinar cerca de 70 mil trabalhadores docentes, não docentes e de respostas sociais este domingo. Quanto aos profissionais das escolas que não foram convocados, vão ser chamados “já a partir desta semana”, garantiu o vice-almirante Henrique Gouveia e Melo, coordenador da ‘task force’. “Ninguém está esquecido. Se houve professores e auxiliares que não foram incluídos por falha do processo, serão novamente incluídos e com a mesma prioridade que têm agora”, afirmou.

Já quanto aos mais de 5 mil profissionais que recusaram tomar a vacina, o vice-almirante foi cáustico. “Cada um tem liberdade para decidir, mas não tomar, é, na minha modesta opinião, um erro e constitui um perigo para a pessoa e para a sociedade”, disse, acrescentando: “Não ser vacinado significa poder ser um em 600 portugueses que, no ano passado, morreu. Se a pessoa quer estar nesse totoloto não é uma boa solução.” O dirigente garantiu ainda que os profissionais das escolas estão a receber este fim de semana apenas vacinas da Pfizer “por motivos logísticos”. E demarcou-se da decisão de não vacinar profissionais do Ensino Superior: “Foi assim decidido.”

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