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Correio da Manhã

Sociedade
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Unilabs confirma "problema" no frigorifico das vacinas no Queimódromo do Porto

"A situação foi prontamente resolvida assim que detetada", referiu fonte oficial.
Lusa 12 de Agosto de 2021 às 18:47
Vacinação Covid no Queimódromo do Porto
Vacinação Covid no Queimódromo do Porto FOTO: Direitos Reservados
Os laboratórios Unilabs confirmaram esta quinta-feira à Lusa ter havido "um problema" no frigorífico de armazenamento das vacinas no centro de vacinação do Queimódromo, no Porto, tendo o mesmo sido resolvido logo que detetado.

"A Unilabs confirma ter havido uma falha na cadeia de frio no centro de vacinação do Queimódromo, no Porto. A situação foi prontamente resolvida assim que detetada", referiu fonte oficial da Unilabs.

Por este motivo, a vacinação contra a Covid-19 no Queimódromo do Porto foi suspensa pela coordenação da 'task-force' e pedida uma investigação à Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS), foi esta quinta-feira anunciado.

A Unilabs explicou que "o problema ocorreu no frigorífico de armazenamento das vacinas, tendo a sua causa sido já devidamente analisada, interna e externamente, com as medidas de mitigação e reforço da prevenção desta ocorrência a serem postas em prática".

Foram ainda alertadas as autoridades de saúde competentes no processo de vacinação para poderem ser postos em prática os protocolos necessários de salvaguarda de todos os utentes, acrescentou.

"Temos, neste momento, as nossas equipas no terreno, com os demais parceiros do centro de vacinação do Queimódromo, estando operacionais a partir deste sábado para que, se as autoridades de saúde e a `Task-Force´ assim o entendam, possamos continuar a apoiar o país no esforço de vacinação", concluiu a fonte.

Já esta manhã, o Coordenador da 'Task Force' para o Plano de Vacinação contra a Covid-19 disse que "não há nenhum risco para a saúde das pessoas" vacinadas nos últimos dias no centro instalado no Queimódromo.

"A vacinação foi suspensa, houve uma quebra nos procedimentos de farmacovigilância e essa quebra não nos dá confiança para continuar a operar sem fazermos umas investigações, que já foram estabelecidas e estão a ser iniciadas. Todas as pessoas que foram vacinadas num período específico em que ocorreu a quebra de segurança estão a ser contactadas", disse o vice-almirante Henrique de Gouveia e Melo.

Em declarações aos jornalistas durante uma visita ao Centro de Vacinação do ACES Porto Ocidental, instalado no Regimento de Transmissões do Porto, o coordenador da 'Task Force' de Vacinas afirmou que "não há nenhum risco pada a saúde dessas pessoas, o único risco que pode haver é a vacinação ser um ato nulo".

A Covid-19 provocou pelo menos 4.323.957 mortes em todo o mundo, entre mais de 204,7 milhões de infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 17.514 pessoas e foram registados 993.241 casos de infeção, segundo a Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.

Mais informação sobre a pandemia no site dedicado ao coronavírus - Mapa da situação em Portugal e no Mundo. - Saiba como colocar e retirar máscara e luvas - Aprenda a fazer a sua máscara em casa - Cuidados a ter quando recebe uma encomenda em casa. - Dúvidas sobre coronavírus respondidas por um médico Em caso de ter sintomas, ligue 808 24 24 24
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