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Correio da Manhã

Sociedade
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Vacinação grátis contra a gripe em lares avança na segunda-feira

Segunda fase de vacinação, também grátis, vai abranger “pessoas com idade igual ou superior a 65 anos e pessoas portadoras de doenças".
Francisca Genésio e Bernardo Esteves 24 de Setembro de 2021 às 01:30
Vacinação Covid-19 em Alcabideche
Vacinação Covid-19 em Alcabideche FOTO: Getty Images
A primeira fase da vacinação gratuita contra a gripe tem início já na segunda-feira. É destinada aos residentes em lares, utentes e profissionais de estabelecimentos de respostas sociais, doentes e profissionais da rede de cuidados continuados integrados, profissionais do Serviço Nacional de Saúde e grávidas.

De acordo com o comunicado da Direção-Geral da Saúde (DGS), a segunda fase de vacinação, também grátis, vai abranger “pessoas com idade igual ou superior a 65 anos e pessoas portadoras de doenças ou condições que constam na Norma da vacinação contra a gripe 2021/22”. Na mesma nota, a DGS apela “à adesão das pessoas que têm critério para a vacinação contra a gripe”.


A imunidade contra a gripe é fortemente recomendada para grupos prioritários. É, também, uma medida de prevenção quanto à gravidade da doença. “Tem de ser dada prioridade à vacinação da gripe, porque essa é certa, e entre a toma de uma dose de vacina da gripe e a eventual terceira dose da vacina anti-Covid têm de mediar pelo menos 14 dias”, disse esta quinta-feira o primeiro-ministro, António Costa, garantindo que “tudo está a ser planeado”.

A afirmação foi feita após a Agência Europeia de Medicamentos ter anunciado que espera emitir, no início de outubro, uma decisão sobre a eventual terceira dose da vacina contra a Covid-19, a administrar seis meses depois da segunda dose.

Secretário de Estado diz que Portugal ganhou com a pandemia de Covid-19
O secretário de Estado da Internacionalização, Eurico Brilhante Dias, afirmou esta quinta-feira, na Feira da Moda de Paris, que a pandemia teve um "efeito positivo" sobre a "marca Portugal". "Nós ganhámos com a Covid, porque Portugal foi um país que, tendo as suas dificuldades, enfrentou a Covid com bastante êxito." Rui Rio considerou ridículas as declarações do governante e Jerónimo de Sousa disse que "uma marca com tanto doente e morto nunca é uma boa marca". Morreram 17 938 pessoas. António Costa desvalorizou, mas realçou que a maneira como Portugal controlou a pandemia "não é um cartaz turístico".
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