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WhatsApp domina partilha de ‘fake news’ na Internet

Facebook e Twitter são as redes sociais mais utilizadas em Portugal para difundir notícias falsas.
Sónia Dias 12 de Setembro de 2021 às 09:40
A partir de julho de 2020, as ‘fake news’ relacionadas com a pandemia aumentaram em mais de 50%
A partir de julho de 2020, as ‘fake news’ relacionadas com a pandemia aumentaram em mais de 50% FOTO: © Dado Ruvic / Reuters
A aplicação de troca de mensagens WhatsApp tem sido, nos últimos dois anos, o principal veículo para a distribuição de notícias falsas (fake news) sobre a Covid-19 em Portugal. Esta foi, também, uma tendência mundial. Entre as cinco plataformas mais utilizadas para espalhar desinformação estão ainda as redes sociais Facebook e Twitter.

Uma investigação da empresa de cibersegurança S21sec revela que o Instagram também ajudou a difundir conteúdos falsos sobre a pandemia, assim como o Telegram, um serviço de mensagens instantâneas baseado na ‘nuvem’, que cada vez tem mais utilizadores, fazendo concorrência direta ao WhatsApp.

De acordo com S21sec, a plataforma passou a ter “um papel fundamental na distribuição da desinformação, através da criação de canais e grupos com milhares de utilizadores”.

Das campanhas de desinformação detetadas pela empresa numa perspetiva internacional, a língua portuguesa ocupa o segundo lugar no ranking das 20 línguas não inglesas mais populares, com 1278 referências. Em primeiro lugar destaca-se o Espanhol (3995), fechando-se o pódio com o Italiano (1178).

No início do ano, um estudo da S21sec revelou que, a partir de julho de 2020, após o fim dos primeiros confinamentos, as ‘fake news’ relacionadas com a pandemia aumentaram em mais de 50%, maioritariamente em torno de questões políticas, governamentais e de saúde.


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