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Como lidar com a incompatibilidade sexual

Estaria disposto a sacrificar o seu estado físico e mental pelo seu estado civil?
Por Aline Fernandez 12 de Maio de 2020 às 07:00
FOTO: Damir Spanic | Unsplash

A incompatibilidade sexual não é um problema raro. Pelo contrário, raro é encontrar um parceiro com o mesmo apetite sexual, já que são muitas as possíveis combinações. Para algumas pessoas é mais gratificante quando tudo é previsível – e elas sabem que após o passo A virá o B, depois o C e o D –, enquanto para outros ter relações da mesma maneira é muito pouco estimulante; há quem ache muito empolgante ser-se expressivo na cama, quando para outras personalidades só pensar nisso é inapropriado

Com tantas aritméticas sexuais possíveis torna-se difícil acreditar que muitas pessoas já encontram "O" tal – aquele com quem tudo é perfeito –, até chegarem ao sexo. E de repente não há química nem fogos de artifício. Não entraremos na avaliação de cada um da escala de 0 a 10 do que é satisfatório: há quem diga que 7 basta e quem pensa que 5 é o suficiente. Mas a verdade é que o sexo ou é bom ou não é nada especial. E isso obviamente interfere na frequência.

Embora esteja comprovado que os Millennials têm menos relações sexuais que as gerações anteriores, os mais velhos não parecem estar num cenário muito mais favorável. Segundo uma pesquisa da professora de Sociologia da Universidade do Estado da Geórgia, nos Estados Unidos da América, Denise A. Donnelly, estima-se que cerca de 15% dos casais não tenham feito sexo com o cônjuge nos últimos seis meses a um ano. Embora o número alarmante de dias, a professora afirma ainda que a maioria dos celibatos involuntários estava num relacionamento estável e relutava em sair do mesmo.

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