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Será a sensibilidade um defeito ou uma virtude?

Em entrevista à Máxima, a psicóloga Elaine N. Aron explica que a sensibilidade deve ser normalizada, e ensina como enfrentar a vida quando tudo à nossa volta nos afeta.
17 de Maio de 2021 às 11:40
FOTO: Molly Champion / Pexels

Conhece alguém que fica instantaneamente sensibilizado com tudo o que se passa à sua volta? Que fica de lágrima do olho ao ver outros de semblante triste, mesmo que sejam desconhecidos, ou ao ouvir uma notícia menos boa no telejornal? Alguém que fica sobressaltado quando um colega da trabalho atende o telefone com um tom mais alto do que o normal? Que se isola com frequência para ficar em silêncio? Pode estar perante uma Pessoa Altamente Sensível (ou PAS) uma designação que a psicóloga Elaine N. Aron descobriu há um quarto de século. É sobre isso que trata o seu livro Pessoas Altamente Sensíveis: Como enfrentar a vida quando tudo nos afeta, um fenómeno literário em todo o mundo, agora editado em Portugal pela Lua de Papel.

É um livro que promete mudar vidas, sem pretensões de ser um guia aborrecido, mas sim de dar conselhos sobre como enfrentar os dias quando se é extremamente sensível. Ou ajudar quem se rodeia de pessoas com este traço de temperamento. Sim, além disso, ajuda a ver esta qualidade como uma virtude, explorando as suas mais-valias, deixando para trás as fraquezas. No primeiro capítulo, "A falsa sensação de ser fraco", a escritora começa precisamente por aí. 

Pessoas Altamente Sensíveis, Elaine N. Aron

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