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Os médicos e investigadores do futuro

Através de peixes que prevêem como vai reagir aos tratamentos do cancro, de células da pele que se convertem em “soldados” do sistema imunitário ou do estudo da forma como o seu coração relaxa.
Por Lucília Galha 2 de Janeiro de 2020 às 11:59

Primeiro os números: sete áreas; 35 personalidades contactadas, das quais 23 responderam; 25 nomes; 45 dias e mais de 920 horas de entrevistas. Propusemo-nos a encontrar a nova geração de mentes brilhantes da saúde. Não apenas médicos, ou cirurgiões, mas todos aqueles cujo trabalho tivesse impacto nesta área. E por isso este artigo inclui também biólogos, analistas e licenciados em Farmácia, entre outros profissionais. O trabalho começou pela definição de sete grandes áreas, entre as quais, constam as doenças mais mortais e/ou mais prevalecentes em Portugal – cancro, doenças cardíacas, respiratórias, infecciosas, neurológicas ou degenerativas, endócrinas – e outra virada para o futuro, a genética.

Para cada uma delas foi selecionado um painel de especialistas – composto por três pessoas; apenas no do cancro é que foram cinco para cobrir os tumores mais mortais: pulmão, colorrectal, estômago, próstata e mama – a quem foi pedido, individualmente, que identificassem nomes promissores na saúde, na sua área de trabalho. O único critério de exclusão imposto foi a idade: estas pessoas não poderiam ter mais de 40 anos. Todos os 25 nomes indicados foram contactados e entrevistados.

Cancro
Joana Figueiredo, 34 anos

Investigadora em cancro do estômago do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (Ipatimup)

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