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Covid-19 aprisionou doentes com Doença Pulmonar Crónica e travou tratamentos e diagnósticos

DPOC é a terceira causa de morte em Portugal em doentes com mais de 40 anos. Doentes têm medo de ir às consultas médicas.
Por Marta Ferreira 22 de Abril de 2021 às 08:26
Espirómetro mede volume de ar inspirado e expirado pelos pulmões
Doente com inalador
Espirómetro mede volume de ar inspirado e expirado pelos pulmões
Doente com inalador
Espirómetro mede volume de ar inspirado e expirado pelos pulmões
Doente com inalador
A Covid-19 levou tudo aquilo que davamos como garantido e roubou ainda mais a liberdade a idosos e doentes de risco. O grupo de doentes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) tem sido um dos mais afetados pela pandemia. 

Com o início do desconfinamento voltamos gradualmente às nossas vidas, a uma nova normalidade, mas que ainda não chega a todos. Para os afetados pela Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) o medo continua à espreita. São doentes mais suscetíveis de sofrer formas mais graves da Covid-19 que, mais do que qualquer outra pessoa, se resguardam e submetem a um confinamento rigoroso, afastados dos amigos, da família e de tudo o que os pudesse colocar em perigo.

Muitos doentes de DPOC passaram a evitar consultas e contacto com hospitais e centros de saúde onde pudessem, potencialmente, estar em risco de serem infetados pelo novo coronavírus. A pandemia condicionou o tratamento destes doentes e travou o diagnóstico da doença em pacientes que ainda não tenham sido diagnosticados. A severidade da doença - que pode ser fatal - associada à falta de tratamento ou diagnóstico, pode ser o ‘cocktail’ perfeito para agravar o estado clínico do doente a um ponto sem retorno.

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