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Estado máximo de ansiedade gera ataques de pânico

Os batimentos cardíacos são mais fortes e há dificuldades em respirar, assim como uma sensação de desmaio.
Por Daniela Polónia 13 de Maio de 2018 às 01:30
Ataque de pânico
Ataque de pânico
Ataque de pânico
Ataque de pânico
Ataque de pânico
Ataque de pânico
Quem tem um ataque de pânico acredita que vai morrer, pela força dos batimentos cardíacos, sensação de desmaio, dificuldades em respirar e tremuras. "Só que ninguém morre, não há consequências físicas, o coração não fica debilitado", garante Pedro Brás, psicoterapeuta.

O pânico define um estado máximo de ansiedade, que é maior quanto mais medo a pessoa tiver. Estima-se que 16,5% dos portugueses sofra de ansiedade, ou seja, mais de um milhão e meio de pessoas.

"O primeiro ataque de pânico é um evento isolado e sem razão aparente. É uma descarga de adrenalina, hormona que provoca a ansiedade", diz o também diretor-geral da Clínica da Mente.

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