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Se o seu filho estiver com sintomas de apendicite, deixa-o fazer uma TAC?

É comum os pais serem confrontados com dilemas destes.
Por Sara Capelo 11 de Outubro de 2019 às 11:46
Imagine uma situação de urgência: o seu filho está com fortes dores abdominais e os médicos desconfiam de uma apendicite aguda. Para confirmarem o diagnóstico clínico, sugerem realizar uma tomografia computorizada (uma TAC, como coloquialmente ainda se diz) e informam-no dos riscos que existem 

No momento em que é necessário agir com a maior brevidade possível, o mais natural é que permita a realização do exame. E isto ocorre com bastante frequência, explicou o médico António Vaz Carneiro aos jornalistas esta sexta-feira, 12. E é até o que apresenta uma certeza de resultado maiores, acrescentou Miguel Guimarães. Só que não é o único: a ecografia tem uma margem de certeza de 96 a 97%, diz o bastonário da Ordem dos Médicos (OM) e não tem os riscos de radiação da TAC. 

É para ajudar os utentes dos serviços de saúde a "realizarem uma escolha mais criteriosa", explicou Miguel Guimarães, que a OM se associou ao projeto internacional de educação para a saúde Choosing Wisely (que já existe na Europa, Estados Unidos ou Canadá) e disponibiliza agora respostas a este e outros dilemas. São recomendações, baseadas em evidências científicas que foram reunidas pelos 52 colégios da ordem e que estão já disponíveis no site deste organismo. "São guidelines com leitura de um minuto a um minuto e meio", disse António Vaz Carneiro e que pretendem com linguagem simples explicar por exemplo os riscos de realizar uma TAC numa criança.  

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