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Bulimia leva a comer rápido e em excesso para depois forçar o vómito e fazer jejum

Raparigas ansiosas, preocupadas com o peso e com o corpo são o padrão dos doentes.
Por Daniela Polónia 4 de Março de 2018 às 09:41
Bulimia
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Raparigas jovens, ansiosas, muito boas alunas, por serem perfeccionistas, e preocupadas com o peso e o corpo - é este o grupo de risco na bulimia nervosa, uma doença psiquiátrica do comportamento alimentar.

"Há períodos em que os doentes comem depressa, de forma compulsiva e em excesso. E outros em que forçam o vómito, tomam laxantes, diuréticos ou fazem jejum e restrições alimentares, com o objetivo de compensarem aquilo que comeram", diz Alexandra Bento, bastonária da Ordem dos Nutricionistas.

Na maior parte das vezes, estes comportamentos são feitos às escondidas da família porque as jovens têm consciência daquilo que estão a fazer, sentem culpa , vergonha e podem ter medo de represálias. Desta forma, nem sempre a bulimia é detetada de forma precoce. "Para se fazer o diagnóstico, os comportamentos de compulsão e de restrição alimentar têm de existir uma vez por semana, pelo menos, durante três meses", explica o psiquiatra Daniel Sampaio.

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