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Citomegalovírus não dá sinais de alerta ao doente

Mais de 70% da população é seropositiva para o vírus.
Por Francisca Genésio 11 de Novembro de 2018 às 06:00
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O citomegalovírus (CMV) é uma das principais causas de mortalidade em doentes submetidos a um transplante da medula óssea. Identificar a infeção pode não ser uma tarefa fácil, já que "para as pessoas com um sistema imunitário normal, o vírus costuma dar poucos ou nenhuns sintomas, apenas alterações das análises", explica Nuno Miranda, hematologista da Unidade de Transplante de Medula Óssea do Instituto Português de Oncologia de Lisboa.

Os sinais do CMV podem, no entanto, ser facilmente confundidos pela população com os da gripe. Segundo o hematologista "em casos mais graves, o doente pode apresentar como sintomas febre, diminuição das contagens de glóbulos brancos e de plaquetas, colite e pneumonia". Na prática, o CMV pode evoluir para doença e afetar qualquer órgão e células do sistema imunitário. Quando assim acontece, há um risco maior de infeções fúngicas e bacterianas.

Entre 70 e 80% da população é seropositiva para o CMV, tendo já sido infetada pelo menos uma vez. Ao longo da vida, o vírus fica ‘incubado’, mas é reativado quando o doente está perante uma situação de extrema vulnerabilidade, como acontece nos casos dos doentes transplantados, imunossuprimidos (hematológicos) e imunodeprimidos (VIH).

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