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Cardiologistas querem receita renovável para medicamentos anticoagolantes orais diretos

SPC justifica que indicações para esses medicamentos incluem doenças que carecem de tratamentos prolongados.
Por Lusa 16 de Novembro de 2020 às 10:40
Cardiologista
Cardiologista FOTO: Getty Images
A Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) quer que a prescrição de medicamentos anticoagulantes orais diretos para a fibrilhação auricular seja feita em receita renovável pois facilita o acesso do doente e tem melhor adesão terapêutica.

Num documento conjunto a que a Lusa teve acesso, a SPC e a Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (FMUL) consideram que estes medicamentos devem ser prescritos em receita médica renovável pois "as suas indicações incluem doenças que carecem de tratamentos prolongados".

Explicam que a indicação inicial destes medicamentos foi "a prevenção primária do tromboembolismo venoso em adultos submetidos a artroplastia eletiva total da anca ou do joelho" e que o período da profilaxia estava limitado a um máximo de duas (joelho) e cinco (anca) semanas, mas as indicações alargaram-se e quatro deles passaram a ser comparticipados para "prevenção de eventos tromboembólicos em doentes com fibrilhação auricular não-valvular".

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