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Fibrilhação auricular aumenta risco de AVC

Coágulos criados no coração aumentam em cinco vezes o risco de Acidente Vascular Cerebral.
Por Cláudia Machado 12 de Agosto de 2017 às 09:50
Para evitar problemas é essencial que o diagnóstico de fibrilhação auricular seja feito de forma precoce
Arritmia
Para evitar problemas é essencial que o diagnóstico de fibrilhação auricular seja feito de forma precoce
Arritmia
Para evitar problemas é essencial que o diagnóstico de fibrilhação auricular seja feito de forma precoce
Arritmia
O coração funciona como uma bomba, distribuindo o sangue pelo corpo, através dos vasos sanguíneos. Para garantir que todos os órgãos recebem a sua parte, é-lhe exigido um ritmo constante de batimentos. Mas nem sempre isso acontece e as arritmias são um problema que exige especial atenção. Sobretudo a fibrilhação auricular, que aumenta em cinco vezes o risco de Acidente Vascular Cerebral (AVC).

O coração não é o único órgão afetado por esta arritmia cardíaca. "O cérebro é o órgão mais sensível às consequências da fibrilhação auricular", alerta Miguel Castelo-Branco, médico especialista em Medicina Interna.

"O sangue pode estagnar nas cavidades de entrada para o coração e formar coágulos, que podem depois circular para outros órgãos e bloquear vasos sanguíneos", explica.

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