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Hemofilia afeta um em cada 10 mil recém-nascidos

Hemofílicos não têm fator de coagulação no sangue e não conseguem parar hemorragias.
Por Francisca Genésio 24 de Fevereiro de 2018 às 09:18
Diagnóstico da hemofilia  é realizado  através  de análises sanguíneas
Sangue
Hemofílicos
Diagnóstico da hemofilia  é realizado  através  de análises sanguíneas
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É conhecida popularmente como a doença da realeza ou doença de sangue azul. Isto porque alegadamente terá sido a união da rainha Vitória de Inglaterra com o príncipe Albert a marcar o início da hemofilia.

Segundo os populares, terá havido uma mutação genética espontânea quando os dois casaram, pois eram primos. Até hoje, não se sabe ao certo o que causa a hemofilia. Sabe-se apenas que a doença é "crónica, hereditária e surge espontaneamente", explica Cristina Catarino, imuno-hemoterapeuta no Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

De acordo com a especialista, a hemofilia caracteriza-se pela dificuldade em formar um coágulo sanguíneo. "Na prática, significa que em caso de hemorragia, as pessoas com dificuldade em fazer a coagulação do sangue vão sangrar muito mais e o sangramento pode até nem estancar", especifica.

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