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Um em cada quatro portugueses já teve Urticária pelo menos uma vez

Manchas avermelhadas, pápulas ou inchaço são as principais manifestações.
Por Francisca Genésio 23 de Dezembro de 2017 às 10:38
Manchas e pápulas não se manifestam da mesma forma nas pessoas. Causam comichão e sensação de queimadura
Manchas e pápulas não se manifestam da mesma forma nas pessoas. Causam comichão e sensação de queimadura
Manchas e pápulas não se manifestam da mesma forma nas pessoas. Causam comichão e sensação de queimadura
Manchas e pápulas não se manifestam da mesma forma nas pessoas. Causam comichão e sensação de queimadura
Manchas e pápulas não se manifestam da mesma forma nas pessoas. Causam comichão e sensação de queimadura
Manchas e pápulas não se manifestam da mesma forma nas pessoas. Causam comichão e sensação de queimadura
Manchas e pápulas não se manifestam da mesma forma nas pessoas. Causam comichão e sensação de queimadura
Manchas e pápulas não se manifestam da mesma forma nas pessoas. Causam comichão e sensação de queimadura
Manchas e pápulas não se manifestam da mesma forma nas pessoas. Causam comichão e sensação de queimadura
Um em cada quatro portugueses já teve pelo menos um episódio de urticária na vida. Destas pessoas, cerca de um quarto poderá evoluir para a fase crónica da doença.

"A urticária não é bem uma doença. É, no fundo, um grupo de doenças. Caracteriza-se por uma manifestação cutânea, ao nível da pele, onde costumam aparecer manchas avermelhadas por todo o corpo, pápulas e inchaço", explica Célia Costa, imunoalergologista no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, acrescentando que "esta é uma doença que dá muita comichão e pode também dar a sensação de queimadura".

A doença pode manifestar-se de duas formas: aguda ou crónica. "Se a duração da urticária for inferior a seis semanas, falamos de uma urticária aguda, que se trata com anti-histamínicos ou corticoides. Quando os sintomas persistem, mesmo depois da medicação, entramos na fase crónica, que exige um acompanhamento contínuo com um especialista para este descobrir se falamos de uma urticária induzida, que estará a ser provocada por algum fator externo conhecido, como o calor, frio ou até a pressão; ou de uma urticária espontânea, que pode ter origem numa doença autoimune, como por exemplo, ao nível da tiroide", revela Célia Costa. Segundo a imunoalergologista, esta patologia tem um impacto negativo na qualidade de vida dos doentes porque "prejudica a qualidade e a quantidade de horas de sono, dado que as pessoas acordam enquanto se coçam e acabam por ter mais sono no dia a seguir. Por consequência, a produtividade escolar ou laboral baixa", afirma. As mulheres são as mais afetadas pela urticária. Contudo, a doença não tem um grupo de risco. "Há casos sem causa conhecida"

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